Como calculamos os salários CLT?
Agregação própria dos microdados não identificados do Novo CAGED, competência julho/2026, arquivo CAGEDMOV202607. Consideramos admissões de empregados gerais (categoria 101) e aprendizes (103), separando os aprendizes. Excluímos a seção de administração pública, vínculos intermitentes e pagamentos cuja unidade declarada não é mensal.
Selecionamos salários declarados entre R$ 100 e R$ 100.000 e jornadas de 1 a 44 horas semanais. Só publicamos recortes com pelo menos 30 registros. A faixa mostra os percentis 25 e 75, calculados por interpolação linear. Não ajustamos valores por jornada, inflação ou senioridade. Não são estatísticas oficiais prontas do MTE, nem remuneração líquida ou média de todos os empregados.
A categoria CLT pode incluir empregadores públicos fora da seção de administração pública, pois o arquivo não permite separar toda a natureza jurídica. A base deste mês não incorpora arquivos de declarações fora do prazo e exclusões; está sujeita a revisões. Não usamos multiplicadores para simular salários estaduais.
Microdados oficiais do MTE ↗Autônomos: pesquisa, médias e cenários
Revisão de 28/09/2026, com 66 fontes documentadas para 26 atividades. Consultamos GetNinjas, Cronoshare, Famyle, Workana, Superprof, Indeed (incluindo anúncios de agência), Catho, InfoJobs, Portal Salário, guias de prestadores, SINTRA, classificados OLX e discussões públicas no Reddit. As fontes efetivamente usadas ou comparadas aparecem em cada cartão.
Média nacional: somente os recortes de motoristas e entregadores por plataformas usam rendimento mensal medido, da PNAD Contínua 2025, divulgada em setembro/2026. São estatísticas experimentais do trabalho principal. Não corrigimos esses valores para preços de 2026.
Cenários mensais: nas outras 24 atividades, as fontes encontradas não permitem calcular uma média nacional representativa de renda. Usamos o preço central publicado; quando há somente uma faixa, usamos seu ponto médio. Quando dois guias apresentam preços comparáveis, calculamos a média simples dos seus centros. Isso é uma referência de preço, não a média de rendimentos dos trabalhadores. A quantidade mensal de serviços ou horas é uma hipótese editorial explícita em cada cartão.
O resultado é faturamento antes de materiais, transporte, comissões, equipamentos, tributos e períodos sem clientes. A faixa é a amplitude dos preços aplicados ao mesmo volume hipotético, não intervalo de confiança. Uma estimativa com apenas um guia continua identificada como indicativa; não foi validada por uma amostra de trabalhadores.
Comparações: salários CLT, anúncios locais, tabelas sugeridas, relatos de redes sociais e preços de serviços com escopos diferentes não entram juntos na conta. Republicações da mesma referência não contam como fontes independentes. Classificados podem mostrar preço pedido, não preço contratado. Fóruns são relatos não verificados e recebem apenas uso qualitativo. Não usamos médias estaduais inventadas: ao selecionar uma UF, os cenários continuam nacionais e ilustrativos.
Não existe atualização automática: a data da consulta não muda a data-base da fonte. Preços sem vigência informada e referências históricas são identificados. Em tradução, a tarifa SINTRA é sugerida; em confeitaria, o tamanho do bolo não é padronizado, então o cenário serve apenas como exemplo.
IBGE · rendimento de entregadores ↗IBGE · rendimento de motoristas ↗